Créditos fraudulentos: Cuidados a ter

Uma mulher zangada em frente do computadorQuem está numa situação difícil e precisa urgentemente de dinheiro, pode-se descuidar e tentar conseguir um crédito fora das instituições financeiras. Por vezes sai caro.

Quando uma oferta soa boa demais para ser verdade, deve-se desconfiar. Porque é que uma empresa ou uma pessoa privada devia conceder créditos com juros mais baixos do que normal e sem pedir seguranças? Se não é um familiar ou um amigo isto não vai acontecer.

Créditos fraudulentos: Tipos de fraude

Há duas situações em que os consumidores podem ser enganados. Há instituições que prometem conceder créditos e que só querem ganhar às custas das despesas de processo. Depois de terem ganho as despesas não concedem o crédito. Essas empresas fraudulentas são capazes de mandar e-mails com publicidade, fazer publicidade online ou em anúncios de jornais.

Para saber se uma instituição é séria, basta confirmar no site do Banco de Portugal, onde todas as entidades legalmente autorizadas a conceder crédito estão registadas.

receba comparar-juros.com por mailOutra forma de fraude é feita por supostos consultores financeiros. Os consultores dizem que o crédito foi aprovado, para receberem a comissão dos seus serviços. Quando receberem o dinheiro inventam uma história para explicar porque o banco afinal não concedeu o crédito.

Quando se lida com consultores financeiros só devia pagar a comissão depois de ter recebido o crédito ou pelo menos uma prova escrita da concessão do crédito. Deve confirmar no banco que o documento é verídico, e ver no site do Banco de Portugal, se a instituição financeira está registada. Caso contrário não devia pagar as comissões do consultor.

Créditos fraudulentos: O que fazer quando é vítima duma fraude?

Se foi vítima duma proposta fraudulenta devia apresentar queixa na polícia. Deve fornecer toda a documentação possível. Se foi enganado por um suposto consultor financeiro e tem provas escritas a garantir a aprovação do crédito, devia reclamar junto da instituição e pedir a devolução dos montantes cobrados. Se esta recusar, queixe-se junto da Autoridade de Segurança Alimentar e Económica (ASAE), além de fazer queixa na polícia.

Se este artigo lhe foi útil, talvez queira subscrever a nossa newsletter.

Crédito Online Top 5